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Operação desarticula esquema de fraude fiscal que movimentou cerca de R$ 120 milhões na Paraíba

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio da Delegacia de Crimes Contra a Ordem Tributária, em operação conjunta com o Ministério Público Estadual, por meio da Promotoria de Justiça de Crimes Contra a Ordem Tributária, com apoio do Gaeco e a Secretaria de Estado da Fazenda deflagrou, na manhã desta quarta-feira (04), a “Operação Noteiras”, a fim de dar cumprimento a 10 Mandados de Prisão (05 prisões preventivas e 05 prisões temporárias) e 14 Mandados de Busca e Apreensão, da 6ª Vara Criminal da Comarca da Capital.
Segundo o delegado Hector Azevedo, da Delegacia de Ordem Tributária de João Pessoa, a “Operação Noteiras” tem por objetivo desarticular um esquema de fraude fiscal estruturada, envolvendo uma Organização Criminosa e um grupo de empresas que, juntas, movimentaram, de forma ilícita, aproximadamente R$ 120.000.000,00 (Cento e vinte milhões de Reais) em mercadorias e nota fiscais inidôneas.
“Durante as investigações, constatou-se a existência de uma organização criminosa especializada na constituição de empresas de fachada que simulam operações de compra e venda de mercadorias, com o fim de acobertar operações realizadas por outras empresas que, por sua vez, funcionam com ares de regularidade, promovendo a circulação de mercadorias sem o recolhimento do imposto devido, causando assim, grave dano ao Estado da Paraíba”, esclareceu o delegado Hector Azevedo.
A operação teve a participação de três Promotores de Justiça, cerca de 50 policiais civis e 34 Auditores Fiscais da Fazenda Estadual, com suas respectivas equipes.
Os Mandados de Prisão Preventiva, Prisão Temporária e de Busca e Apreensão estão sendo cumpridos nas residências, empresas e escritórios de contabilidade dos envolvidos, nas cidades de João Pessoa, Campina Grande, Patos e Sousa.
Os investigados responderão por crimes contra a ordem tributária, organização criminosa e falsidade ideológica, cujas penas, somadas, chegam a 18 anos de reclusão.
Será concedida uma entrevista coletiva, às 10hs, na Central de Polícia de Campina Grande, situada à R. Raimundo Nonato de Araújo, S/N – Catolé.

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